
Entenda a atuação do cirurgião oncologista e em quais situações a cirurgia é recomendada
Receber a notícia de uma suspeita ou de um diagnóstico de câncer muda o dia de qualquer pessoa. No meio das dúvidas, uma pergunta costuma vir primeiro: para qual cirurgião oncologista em São Paulo recorrer e o que esperar do tratamento dali em diante.
O hospital Samaritano Higienópolis reúne cirurgiões oncológicos renomados e preparados para explicar cada etapa com clareza, desde a investigação inicial até a decisão sobre o tratamento.
O que faz o cirurgião oncologista
O cirurgião oncologista trata tumores malignos e benignos, atua no diagnóstico e participa do estadiamento da doença (a avaliação de quão avançado ela está). Quando o especialista está analisando a extensão, ele termina verificando se outros órgãos foram comprometidos, o que pode indicar outro tipo de abordagem no tratamento.
Quando indicado, o cirurgião oncologista também pode remover o tumor. Em regiões como a mama, intestino, pele, estômago e tireoide, o médico pode atuar diretamente. Com a retirada feita nos estágios iniciais, as chances de controle podem aumentar.
Ele também costuma liderar o planejamento terapêutico, reunindo outros especialistas, como oncologista clínico, radioterapeuta e patologista, para definir juntos o melhor caminho para cada caso.
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A cirurgia é sempre a primeira opção no tratamento oncológico?
Não sempre. O câncer conta com quatro pilares de tratamento:
- cirurgia,
- quimioterapia,
- radioterapia e
- terapia alvo. Em tumores detectados cedo e localizados, a cirurgia pode atuar sozinha, com o objetivo de remover o tumor por completo.
Em outros casos, a cirurgia oncológica entra depois de outro tratamento reduzir o tumor, ou depois do procedimento, para eliminar células que possam ter restado. Em alguns casos, a cirurgia também pode ser útil para confirmar o diagnóstico. Nesses, o cirurgião pode retirar uma parte para análise laboratorial.
A escolha depende do tipo de câncer, do estágio, da localização e da saúde geral do paciente, e por isso cada caso passa por avaliação individual da equipe.
Cirurgia curativa e cirurgia paliativa dentro da oncologia
A cirurgia oncológica pode ter dois objetivos. Quando o tumor é detectado cedo e pode ser retirado por completo, o objetivo é curativo.
Quando a doença já está mais avançada, o cirurgião pode indicar uma cirurgia paliativa, com o objetivo de aliviar sintomas, como descomprimir um órgão, controlar um sangramento ou desviar o trânsito intestinal, sem a intenção de remover todo o tumor.
Nenhuma dessas abordagens é melhor ou pior, elas respondem a momentos diferentes da doença.
Cirurgia isolada ou junto com outros tratamentos oncológicos
Em muitos protocolos, a cirurgia trabalha ao lado da quimioterapia ou da radioterapia. Quando esses tratamentos vêm antes da cirurgia, o objetivo costuma ser diminuir o tumor e facilitar a remoção.
Quando vêm depois, a meta é reduzir a chance de a doença voltar, eliminando células que exames de imagem não conseguem detectar.
Essa combinação de tratamentos, planejada por uma equipe multidisciplinar, tende a trazer melhores resultados em termos de controle da doença e qualidade de vida do que uma abordagem isolada.
O que esperar da cirurgia e da recuperação
Antes da cirurgia, o cirurgião oncologista explica o procedimento, os riscos, o tempo estimado de internação e as possíveis mudanças no corpo que podem acontecer. Esse momento de conversa costuma ser o que mais fica com o paciente, entender o que vai acontecer, com quem vai contar, e o que muda depois.
A recuperação varia de acordo com o tipo de cirurgia e a extensão da doença, e o acompanhamento continua nas semanas seguintes, com exames de retorno e ajuste no plano terapêutico quando necessário.
Sobre as chances de remissão ou controle da doença
Cada tipo de câncer, estágio e resposta individual do paciente muda o prognóstico, por isso números genéricos de cura não servem para nenhum caso específico.
O que se sabe é que a detecção precoce aumenta as chances de controle e cura pela via cirúrgica, e que o acompanhamento com uma equipe multidisciplinar tende a melhorar os resultados de sobrevida e qualidade de vida.
A forma mais confiável de entender o prognóstico é conversar diretamente com o cirurgião responsável pelo caso, com os exames em mãos.
Cirurgião oncologista em São Paulo no Hospital Samaritano Higienópolis
O Hospital Samaritano Higienópolis reúne um centro de referência em oncologia dentro de uma estrutura hospitalar completa, com mais de cem anos de atuação em São Paulo.
Ali, o paciente encontra cirurgiões oncológicos que conduzem cada etapa do tratamento junto com uma equipe multidisciplinar, explicando as opções antes de qualquer decisão.
A unidade foi a primeira a receber o selo ouro pela International Cardio-Oncology de excelência em Cardio-Oncologia na América do Sul.
Como marcar consulta com o cirurgião oncologista em São Paulo
O agendamento é feito diretamente pelo site do Hospital Samaritano. Basta escolher a unidade, Higienópolis ou Paulista, e marcar a consulta com o cirurgião oncologista.
Levar os exames já realizados ajuda a tornar essa primeira conversa mais completa e a esclarecer as dúvidas mais urgentes.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
Bibliografia
Hospital Samaritano. Certificações e reconhecimentos (unidade Higienópolis). Disponível: https://www.hospitalsamaritano.com.br/certificacoes-e-reconhecimentos-higienopolis/. Acesso em: 03 ago. 2026.
Hospital Samaritano. Quem somos. Disponível: https://www.hospitalsamaritano.com.br/quem-somos/. Acesso em: 03 ago. 2026.
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Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica. Cirurgia curativa, paliativa ou reconstrutiva: entenda os tipos de cirurgia oncológica. Disponível: https://sbco.org.br/cirurgia-curativa-paliativa-ou-reconstrutiva-entenda-os-tipos-de-cirurgia-oncologica/. Acesso em: 03 ago. 2026.
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